|
Adicionado em
12/2/2012
 
"Dinheiro externo não falta", diz Júlio vasconcellos,
presidente-executivo da startup."O pessoal lá quer muito investir no
Brasil e só está esperando as empresas certas serem montadas. Quando a
gente começou havia poucas. Era coisa nova. Hoje são dezenas de boas
startups"
|
Adicionado em
6/2/2012
 
Entre os muitos investidores que ficarão milionários quando a oferta inicial de ações do Facebook for concluída, um deles se sobressai. Bono, vocalista do U2, é um dos que aplica na rede social. Por meio de seu fundo de private equity, o Elevation Partners, Bono e seus sócios têm uma fatia da rede, estimada em 1,5%. Com o primeiro passo para o IPO, a estimativa é que o Facebook passe a valer 100 bilhões de dólares, o que levaria o valor da participação de Bono para 1,5 bilhão de dólares.
Fonte:
Exame.com
|
Adicionado em
3/2/2012
 
Quando assinaram um convênio de cooperação no fim e 2009, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) e a AssociaçãoBrasileiradePrivate Equity e Venture Capital (Abvcap) vislumbravam promover a atração de ao menos US$ 50 milhões em capital estrangeiro para a indústria de PE & VC brasileira. Passados os dois anos do prazo do acordo que teoricamente se encerraria em dezembro de 2011, mais de US$ 2 milhões foram investidos por ambas as entidades em eventos e ações promocionais, envolvendo acima de 6 mil investidores e contatos estabelecidos em ao menos dez países.
Fonte:
Revista Investidor Institucional
|
Adicionado em
3/2/2012
 
Como o Brasil está posicionado no cenário global? Quem são os investidores internacionais que estão olhando para o Brasil? Que setores mais têm atraído a atenção? Essas e outras perguntas foram debatidas durante o evento "Investimentos em Private Equity & Venture Capital no Brasil: Panorama e Perspectivas sobre a Posição do Brasil no Cenário Internacional", realizado pela ABVCAP e ApexBrasil, em dezembro passado.
Fonte:
B2L Corporate
|
Adicionado em
4/1/2012
 
As cerca de 100 gestoras de private equity no Brasil já têm quase US$ 40 bilhões aplicados em empresas no País. É pouco se comparado ao peso da atividade no mundo, que contabilizava, em 2008, US$ 2,5 trilhões em ativos geridos. Mas não é nada mau para um setor que só foi regulamentado por aqui em 2003. Apontadas como uma alternativa interessante em tempos de crise, por injetarem recursos em companhias em crescimento, as instituições de private equity têm um papel fundamental também em momentos de economia próspera, avalia Clovis Meurer, vice-presidente da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital. "O setor tem papel extremamente importante porque complementa os capitais necessários", diz Meurer. E o Brasil oferece boas opções de lucro? "O País tem oportunidades infindáveis."
Fonte:
IstoÉ Dinheiro
|
Adicionado em
23/12/2011
 
Uma das principais bandeiras da Fiep para o desenvolvimento e aumento da competitividade do setor produtivo do Estado é a Inovação. Em 2011, os especialistas da Fiep percorreram as dez principais cidades do Estado, mobilizando mais de 300 empresários para as principais linhas de financiamento à inovação de instituições como Finep, CNPQ, BNDES entre outras oportunidades de recursos públicos e, também, de investidores privados. Neste mesmo período, as empresas do Paraná que contaram com o apoio da Fiep captaram, ou preveem captar, mais de R$ 22 milhões.
Fonte:
Agência Fiep
|
Adicionado em
15/12/2011
 
Diferente do pessimismo que tomou conta do mercado financeiro brasileiro nas últimas semanas, o presidente da Deloitte Brasil, Juarez Lopez de Araújo, permanece otimista com o rumo dos negócios para o próximo ano.
Fonte:
DCI
|
Adicionado em
9/12/2011
 
No Brasil, o mercado de capital de risco está em plena arrancada. Só neste ano, os recursos captados pelos fundos do setor devem crescer 25%,totalizando R$ 73,6 bilhões, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em um estudo encomendado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Entretanto, há consenso de que o setor pode crescer bem mais. Hoje, os recursos disponíveis nas duas modalidades de capital de risco - private equitye venture capital - correspondem a 2,3% do PIB brasileiro, bem abaixo da média de outros países emergentes.
Fonte:
Revista Amanhã
|
Adicionado em
8/12/2011
 
Após as captações de fundos bilionários de "private equity" - que compram participações em empresas - destinados ao país, chegou a vez das firmas nacionais com foco em aquisições de médio porte testarem o apetite do investidor estrangeiro por oportunidades no mercado local. Com dez anos de atuação e US$ 300 milhões em recursos sob gestão, a DGF Investimentos partiu para a primeira captação de recursos no exterior.
Fonte:
Valor Econômico
|
Adicionado em
8/12/2011
 
As empresas brasileiras acusam os efeitos da aversão a risco, causadas pela crise na Europa, e aumentam suas emissões de títulos de curto prazo. A captação via notas promissórias alcançou R$ 2,7 bilhões no mês de novembro e respondeu por 71,4% dos valores mobiliários emitidos no período, superando a captação dos demais instrumentos de captação no mercado de capitais.
Fonte:
DCI
|
Adicionado em
8/12/2011
 
Sidney Chameh, sócio-fundador da gestora DGF Investimentos, embarcou ontem à noite para os Estados Unidos, onde inicia sua primeira rodada internacional de captação de recursos para um fundo de private equity local. Não espera ouvir aplausos e nem o som das carteiras de investidores se abrindo para um aporte financeiro imediato quando apresentar sua tese de investimentos. Sabe que o processo de convencimento pode levar alguns meses, reduzindo à mais de um terço os cerca de 75 investidores potenciais mapeados, mas ter desfecho positivo.
Fonte:
Brasil Econômico
|
Adicionado em
8/12/2011
 
Se o interesse do investidor estrangeiro sobre mercados emergentes como Brasil e Índia vem aumentando, bem como a disposição dos gestores de se arriscarem a atrai-los, ambos concordam que é preciso fazerum pouco mais de barulho no exterior para consolidar o país como destino de capital. “Outros países, como a África do Sul, tem associações de promoção de investimento sediadas em Londres, fazendo marketing do mercado sul-africano o tempo todo”, compara Sidney Chameh, presidente da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (Abvcap).
Fonte:
Brasil Econômico
|
Adicionado em
7/12/2011
 
O Brasil será o novo queridinho dos estrangeiros que investem em private equity (tipo de investimento que compra participação em empresas). Depois de a China ter atraído bilhões de dólares, agora o mercado brasileiro de participações em empresas pequenas e médias deverá ser o principal destino dos aportes estrangeiros, na opinião de gestores. "Estamos começando a ouvir cada vez mais invstidores dizerem que a exposição deles na Ásia já chegou ao máximo. Agora, estão tomando decisões para investir aqui," disse Duncan Littlejohn, diretor da Paul Capital Partners durante o Encontro com a Indústria de Private Equity e Venture Capital, organizado pela Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap) nesta quarta-feira, em São Paulo.
Fonte:
IG
|
Adicionado em
7/12/2011
 
A Confrapar, gestora de recursos com foco em investimento em empresas de tecnologia, já levantou 30% do seu terceiro fundo de venture capital e espera atingir a captação total, de US$ 120 milhões, no primeiro trimestre de 2012. Assim como os outros fundos da empresa, o AvanTi investirá em empresas de tecnologia com faturamento de até US$ 20 milhões, sendo que o aporte estimado para cada organização é de US$ 10 milhões
Fonte:
Agência Estado
|
Adicionado em
7/12/2011
 
A palavra consolidação continuará no vocabulário da Brasil Insurance em 2012, e de forma ainda mais agressiva. A empresa, que tem como modelo de negócio o crescimento a partir da aquisição de corretoras de seguros, tem R$ 200 milhões para aplicar em compras no ano que vem. Se o número pode não parecer muito alto para uma companhia aberta, pode adicionar um número de marcas relevantes à carteira do grupo — só em 2011, as aquisições envolveram R$ 145 milhões para sete corretoras. Outras duas compras devem ser finalizadas ainda este ano, já em fase de due diligence (auditoria contábil), com investimento adicional de R$ 55 milhões.
Fonte:
Brasil Econômico
|
|